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Fortaleza de São José da Ponta Grossa reabre ao público com música e teatro

Cuca Monga e Dona Bilica se apresentaram na Capela. Fotos: Salvador Gomes/Agecom/UFSC
A Fortaleza de São José da Ponta Grossa, na Praia do Forte, em Florianópolis, reabriu à visitação neste domingo (12/02) com música e teatro. A Dona Bilica, personagem da cultura local, atraiu o público até a Capela da fortificação para contar causos da Ilha de Santa Catarina e foi acompanhada da Banda Cucamonga. O evento foi organizado pela Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC) da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). A fortaleza abre todos os dias, das 8h30 às 18h30. Confira informações sobre os ingressos.
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Dona Bilica e Banda Cucamonga se apresentam na reabertura da Fortaleza de São José da Ponta Grossa neste domingo (12/02)

Foto: Salvador Gomes
A Fortaleza de São José da Ponta Grossa, na Praia do Forte, no norte de Florianópolis, reabre à visitação pública neste domingo (12/02). Para marcar a data, haverá show com Dona Bilica e Banda Cucamonga a partir das 15h. A apresentação envolve um passeio pela fortificação, com ensinamentos sobre a história e os causos das fortalezas com Dona Bilica – personagem que recupera com humor o jeito de ser e de falar dos moradores da Grande Florianópolis. Na sexta-feira (10/02), a mesma apresentação, em forma de aquecimento para a reabertura, fará parte da recepção de quem desembarcar na Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, em Governador Celso Ramos, a partir das 15h. Os eventos são uma promoção da Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC), da Secretaria de Cultura, Arte e Esporte (SeCArtE), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
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Comunicado: entrega das obras e reabertura das fortalezas
A Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC) comunica que, embora as obras da Fortaleza de São José da Ponta Grossa tenham sido entregues pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) na sexta-feira (25 de novembro), a fortificação permanece fechada ao público.
A razão para isso é que ainda há demandas de cunho administrativo e estrutural a resolver após a entrega das obras de restauração e requalificação. Tais demandas não puderam ser resolvidas de forma concomitante aos trabalhos desenvolvidos sob coordenação do IPHAN. Apesar disso, a Fortaleza de São José da Ponta Grossa não deve demorar a reabrir ao público – embora ainda não se possa anunciar oficialmente a data.
O mesmo ocorre com a Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, que passou por recuperação de seu atracadouro – obra já concluída. Assim, a reabertura deve ser anunciada em breve. Em relação à Fortaleza de Santo Antônio de Ratones, as obras de restauração e requalificação sob coordenação do IPHAN ainda estão em andamento – razão pela qual ainda será necessário mais tempo para a reabertura.
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Halloween: a lenda do pé de araçá que verte sangue em Anhatomirim

Não se sabe quem exatamente morreu ali. Não se sabe de quem seria o sangue que supostamente corre pelos galhos e caule desta árvore. Na verdade, não se tem certeza de que alguém tenha realmente morrido ali. Mas se sabe que a dúvida e a curiosidade alimentam o que se fala sobre o pé de araçá mais famoso da história das fortificações da Ilha de Santa Catarina: a Árvore dos Enforcados! Neste Halloween, recuperamos essa lenda da Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim.
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Relato mostra o cotidiano da Ilha de Santa Catarina após a Independência do Brasil

A bandeira portuguesa é retirada da Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim: sinal de uma nova era
Estrangeiros trazendo no braço esquerdo uma faixa com a inscrição “independência ou morte”; fortalezas baixando a bandeira portuguesa; soldados motivados para luta; escravos receosos; moradores preocupados com um possível contra-ataque; gente disposta a ajudar; gente que não queria conversa sobre política… Diferentes aspectos do cotidiano da Ilha de Santa Catarina dias após a Independência do Brasil, em 1822, foram relatados por um explorador francês que chegou à região para conduzir experimentos científicos e acabou se deparando com uma recém-libertada nação.
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Tecnologias seculares dividem espaço com atuais nas fortalezas

As fortalezas da Ilha de Santa Catarina são campos onde se pode observar na prática a aplicação de ciência e tecnologia – daquelas desenvolvidas a séculos atrás e também das mais atuais. Hoje, quando a Fortaleza de São José da Ponta Grossa e a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones, ambas em Florianópolis, passam por obras de restauração e requalificação, a ciência e a tecnologia do passado e da atualidade se encontram no mesmo lugar. Se Ratones teve seu próprio sistema de reaproveitamento de água da chuva no século XVIII, agora conta com painéis solares fotovoltaicos atualizados. Conheça a seguir quatro tecnologias seculares e outras quatro atuais que dividem espaço nas fortificações.
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Projeto leva mulheres do Monte Cristo à fortaleza com apoio da UDESC e da UFSC

Muitas mulheres da AMMO estiveram pela primeira vez no local. Fotos: Salvador Gomes
Cerca de 20 participantes da Associação de Mulheres Empoderadas do Monte Cristo (AMMO-Florianópolis) estiveram sábado (06/08) na Fortaleza de São José da Ponta Grossa para uma visita organizada pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) e pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), junto com o Projeto Casa de Mulheres. Durante a visita, elas puderam conhecer mais do monumento e da história das fortalezas. Muitas das moradoras do Monte Cristo – bairro da parte continental de Florianópolis – estiveram na fortificação pela primeira vez.
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Dia de São Caetano: conheça a bateria de proteção do flanco leste da Ponta Grossa

O sistema defensivo da Ilha de Santa Catarina, construído há quase 300 anos, chegou a ter mais de duas dezenas de construções para proteger a região[1]. Parte delas, ainda está de pé: são as fortalezas e os fortes ainda preservados. Mas muitas outras construções são hoje ruínas. Esse é o caso da Bateria de São Caetano, um complemento defensivo da Fortaleza de São José da Ponta Grossa, no norte de Florianópolis. Às vésperas do Dia de São Caetano, celebrado em 7 de agosto, resgatamos a história do primeiro ponto estratégico português tomado pelos espanhóis na invasão de 1777.
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[ATUALIZADO] Comunicado: fechamento temporário das fortalezas
A Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC) comunica a necessidade de fechamento temporário à visitação da Fortaleza de São José da Ponta Grossa; da Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim e da Fortaleza de Santo Antônio de Ratones.
A suspensão das atividades se faz necessária em decorrências da finalização das obras de restauração e requalificação, no caso das fortalezas de Ratones e São José da Ponta Grossa, e para manutenção de infraestrutura, no caso de Anhatomirim. Nesta etapa dos trabalhos, é importante que não haja público nas fortalezas para segurança dos próprios visitantes e para agilidade na conclusão dos serviços.
Leia o comunicado na íntegra.
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Estudantes de Arquitetura exercitam desenho de observação na fortaleza

Casa do Comandante serviu de modelo para a atividade. Fotos: Maira Diederichs Wentz.
Estudantes da primeira fase do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) estiveram na Fortaleza de São José da Ponta Grossa para uma aula de desenho de observação. A atividade encerrou a Disciplina Oficina de Desenho I, que tem o objetivo de ensinar técnicas para que os futuros arquitetos expressem com precisão suas ideias no papel. Para a tarefa na fortaleza, as professoras responsáveis pediram que os alunos trabalhassem com grafite e papel. Alguns desenhos foram finalizados posteriormente com outras técnicas.