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Fortaleza de Santo Antônio de Ratones tinha duas baterias de canhões
A Fortaleza de Santo Antônio de Ratones tinha duas baterias de canhões: uma a nordeste e outra a sudoeste da fortificação. Era importante garantir a segurança da região como ponto estratégico. Assim, a principal bateria de canhões, a que ficava a nordeste, contava originalmente com 14 peças de artilharia. Esses detalhes estão no sexto episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones. Criado pelos alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo do Campus Florianópolis-Continente do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) em parceria com a Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC), o tour virtual apresenta um episódio a cada final de semana.
Fique atento: os episódios vão ao ar sempre aos domingos, às 10h.
Veja também:
Casa da Palamenta guardava material para disparo de canhões (Episódio 5)
Ponte levadiça controlava o acesso à Fortaleza de Santo Antônio de Ratones (Episódio 4)
Energia limpa mantém a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones desde 2000 (Episódio 3)
Ratones ajudou no combate a epidemias no século XIX (Episódio 2)
Assista ao primeiro episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones (Episódio 1)
Tour virtual apresenta a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones aos domingos (detalhes do projeto) -
12 fatos para conhecer o Brigadeiro Silva Paes, criador das fortalezas, e suas contribuições

O Brigadeiro José da Silva Paes em frente ao Quartel da Tropa da Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, a primeira que ele construiu para proteger a Ilha de Santa Catarina
O Brigadeiro José da Silva Paes nasceu em Lisboa, Portugal, em 25 de outubro de 1679 – portanto há 342 anos. Foi um importante engenheiro militar e deixou as marcas de seu trabalho tanto em seu país de origem quanto no Brasil. Silva Paes foi o responsável pela construção das primeiras fortalezas na Ilha de Santa Catarina, no século XVIII. Mas não foi só isso… -
Dia da Rendeira e do Rendeiro: o que essa atividade tem a ver com as fortalezas?

A renda de bilro é uma atividade tradicional lembrada por uma data comemorativa em Florianópolis: 21 de outubro é o Dia Municipal da Rendeira e do Rendeiro. A tradição remonta aos imigrantes que vieram, na maior parte, do Arquipélago dos Açores no século XVIII. Um contingente de milhares de colonos rumou para o sul da América, incentivado (e em parte financiado) pela Coroa Portuguesa a partir de 1747. O objetivo era ocupar e defender o território da Ilha de Santa Catarina, que estava ganhando as primeiras fortalezas.
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Casa da Palamenta guardava material para disparo de canhões
As conchas abundantes na região viravam cal para as construções da Fortaleza de Santo Antônio de Ratones. Pedras retiradas da própria ilha também faziam parte da alvenaria da época. Cada edifício tinha sua função, como a Casa da Palamenta – local utilizado para abrigar material necessário para disparar os canhões. Além de todos esses detalhes, o quinto episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones traz uma curiosidade: as pessoas invadiam a fortaleza em busca de tesouros antes da restauração de 1990. Criado pelos alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo do Campus Florianópolis-Continente do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) em parceria com a Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC), o tour virtual apresenta um episódio a cada final de semana.
Fique atento: os episódios vão ao ar sempre aos domingos, às 10h.
Veja também:
Ponte levadiça controlava o acesso à Fortaleza de Santo Antônio de Ratones (Episódio 4)
Energia limpa mantém a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones desde 2000 (Episódio 3)
Ratones ajudou no combate a epidemias no século XIX (Episódio 2)
Assista ao primeiro episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones (Episódio 1)
Tour virtual apresenta a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones aos domingos (detalhes do projeto) -
Dia das Crianças: livro infantil conta a história das fortalezas em português e inglês
Que tal ler para as crianças neste dia em homenagem a elas? A Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina disponibiliza gratuitamente o livro Fortalezas da Ilha: uma visita ao passado. Há duas versões: uma em português e outra em inglês. As duas têm recursos de realidade aumentada que tornam a leitura ainda mais divertida.
Clique nas imagens acima para ter acesso a cada uma das versões disponíveis. Boa leitura!
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Ponte levadiça controlava o acesso à Fortaleza de Santo Antônio de Ratones
O acesso à Fortaleza de Santo Antônio de Ratones era controlado, pela Casa da Guarda, por meio de uma ponte levadiça. Além disso, fosso, seteiras e outros recursos dificultavam a vida do invasor. Essas curiosidades estão entre os temas abordados no quarto episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones criado pelos alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo do Campus Florianópolis-Continente do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) em parceria com a Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC).
Fique atento: os episódios vão ao ar sempre aos domingos, às 10h.
Veja também:
Energia limpa mantém a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones desde 2000 (Episódio 3)
Ratones ajudou no combate a epidemias no século XIX (Episódio 2)
Assista ao primeiro episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones (Episódio 1)
Tour virtual apresenta a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones aos domingos (detalhes do projeto) -
Energia limpa mantém a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones desde 2000
A fonte d’água, que ganhou uma construção com tratamento especial, e a forma limpa com que a energia elétrica é gerada na ilha são tema do terceiro episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones criado pelos alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo do Campus Florianópolis-Continente do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) em parceria com a Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC).
Fique atento: os episódios vão ao ar sempre aos domingos, às 10h.
Veja também:
Ratones ajudou no combate a epidemias no século XIX (Episódio 2)
Assista ao primeiro episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones (Episódio 1)
Tour virtual apresenta a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones aos domingos (detalhes do projeto) -
Primeiro de outubro: a assinatura do tratado que devolveu a Ilha de SC aos portugueses

A Ilha de Santa Catarina já foi território espanhol. Em fevereiro de 1777, a expedição comandada por Dom Pedro de Cevallos, incumbida de ocupar o território que até então pertencia à Coroa Portuguesa, desembarcou na Praia de Canasvieiras, na região norte da atual Florianópolis. Os homens marcharam e, uma a uma, começando pela Bateria São Caetano e pela Fortaleza de São José da Ponta Grossa, as defesas lusas se entregaram. Os portugueses se refugiaram no continente. Em 1º de outubro do ano da invasão espanhola, portanto há 244 anos, Portugal e Espanha assinaram o Tratado de Santo Ildefonso, que – entre outros acordos – previa a devolução da ilha aos portugueses.
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Ratones ajudou no combate a epidemias no século XIX
A Fortaleza de Santo Antônio de Ratones também teve função fundamental para preservação da saúde pública. A fortificação foi utilizada como hospital, no século XIX, para tratamento de pacientes e controle de epidemias, como a do cólera. Na década de 1990, trabalhos de arqueologia revelaram ossadas humanas enterradas em covas rasas, o que sugere pressa nesses sepultamentos para evitar novos contágios. Tudo isso está bem explicado no segundo episódio do tour virtual da Fortaleza de Santo Antônio de Ratones criado pelos alunos do Curso Técnico em Guia de Turismo do Campus Florianópolis-Continente do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC) em parceria com a Coordenadoria das Fortalezas da Ilha de Santa Catarina (CFISC).
Fique atento: os episódios estreiam aos domingos, às 10h.
Veja também:
Assista ao primeiro episódio do tour virtual pela Fortaleza de Santo Antônio de Ratones (Episódio 1)
Tour virtual apresenta a Fortaleza de Santo Antônio de Ratones aos domingos (detalhes do projeto) -
[Atualizado] Projeto Vozes da Comunidade recupera memórias relacionadas às fortalezas

Existem muitas histórias para contar sobre as fortalezas e não só as que estão nos livros, mas também aquelas vividas ou conhecidas pelos moradores da região. Que tal contar a sua história ou aquela que você ouviu falar, ou que o seu avô conta, ou que o vizinho sempre lembra, ou que a família gosta de relembrar e que tem alguma relação com esses monumentos? O Projeto Fortalezas da Ilha de Santa Catarina: Vozes da Comunidade está reunindo textos, fotos, desenhos e vídeos enviados pela comunidade sobre o tema. Aos poucos, essas memórias devem aparecer por aqui. A participação é livre e gratuita. Atualização: as contribuições podem ser enviadas a qualquer momento.

